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Venha você também pedalar por uma boa causa

A cidade de São Paulo (SP) foi escolhida para sediar a abertura e o encerramento da campanha RespirAção, uma iniciativa da Boehringer Ingelheim que tem o apoio científico da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) e da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do RS (SPTRS), e das associações de pacientes Casa Hunter, Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (ABRAF), Associação Crônicos do Dia a Dia (CDD), plataforma Muitos Somos Raros (MSR), além da Rappi®.
A iniciativa contempla ações interativas em três etapas e duas cidades diferentes: a primeira acontece na capital paulista, nos dias 14 e 15 de setembro. A segunda, em Porto Alegre (RS), nos dias 12 e 13 de outubro. A terceira ocorre de novo em São Paulo, no dia 24 de outubro.
O objetivo da campanha é conscientizar a população para o fato de que sentir falta de ar não é normal. Para isso, serão levados ao conhecimento do público os sintomas, causas e consequências de duas doenças respiratórias pouco conhecidas: a DPOC, que tem grande incidência, e a FPI, uma doença rara.
Tanto a DPOC e quanto a FPI causam grande impacto negativo na qualidade de vida dos pacientes acometidos e de seus familiares e cuidadores. Ambas necessitam de diagnóstico precoce para que recebam o tratamento adequado.
Nas datas mencionadas, a campanha oferece ao público, gratuitamente, um circuito com atividades de alongamento, yoga, pilates e ciclismo em bicicletas estacionárias conectadas a um gerador. Pedalando nas bikes, os participantes fazem uma “doação simbólica de ar” para encher dois pulmões infláveis de quatro metros de altura (um em São Paulo, outro em Porto Alegre).
Um painel digital registrará e informará a distância percorrida e a quantidade de ar “doada”. Cada quilômetro equivale a um litro de ar.
No dia 24 de outubro, o volume total de “ar doado” em São Paulo e Porto Alegre será utilizado para encher um terceiro pulmão inflável gigante. Com 8 metros de altura, esse pulmão será instalado, preenchido e iluminado nas proximidades do Parque Ibirapuera, assinalando a última etapa da campanha.

Agenda


São Paulo

14 e 15/9

Parque Ibirapuera

Porto Alegre

12 a 13/10

Parque da Marinha

São Paulo

24/10

Parque Ibirapuera


Sentir falta de ar não é normal!

Conheça os sinais e sintomas da DPOC e da FPI e fique atento. Muitas vezes a tosse e a falta de ar, os dois sintomas mais comuns dessas doenças, são confundidos com os sinais do envelhecimento ou de outras doenças cardíacas e respiratórias.

Como consequência, os pacientes demoram a buscar ajuda médica e acabam sendo diagnosticados tardiamente, o que dificulta o tratamento e pode causar graves prejuízos para a evolução da doença e qualidade de vida dos pacientes de DPOC e FPI.

No caso da DPOC, por exemplo, metade dos pacientes só é diagnosticada quando a doença já está em estágio moderado1. E no caso da FPI, a confusão com sintomas de outras doenças faz com que 50% dos pacientes recebam inicialmente um diagnóstico equivocado.2

Por isso é muito importante estar atento a estes e outros sinais respiratórios, e consultar um pneumologista o mais breve possível em caso de qualquer suspeita. Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, melhores os resultados do tratamento.

1. Tantucci C. Modina D. Lung function decline in COPD. Int J Chron Obstruct Pulmon Dis: 2012;7:95-9
2. Raghu G, Remy-jardin M, Myers JL, et al. Diagnosis of Idiopathic Pulmonary Fibrosis. An Official ATS/ERS/JRS/ALAT Clinical Practice Guideline. Am J Respir Crit Care Med. 2018;198(5):e44-e68.


FPI e DPOC: O diagnóstico não pode esperar